De opinião semelhante ao artigo estudado em classe, Márcio Cotrim, jornalista do CB, descreve o valor da educação bem estruturada. Num país com elevados índices tecnológicos, índice de analfabetismo zero e considerado o menos corrupto do mundo, a Finlândia mantém a cultura de aperfeiçoamento dos estudos investindo continuamente em pesquisa. Lá todos os professores têm mestrado e periodicamente passam por reciclagens, ditas aggiornamento* . Essas técnicas de ensino atualizadas sendo aplicadas produzem o excelente padrão de vida da população. Enquanto isso, Ana Dubeux, também do CB, comenta sobre a liberação de R$ 2 bilhões para a Educação Superior no Brasil, medida considerada insuficiente para solucionar a má qualidade do Ensino no país em todas as fases. Reafirma a estatística de que a cada 2 minutos um aluno abandona os estudos no país, tendo em vista a luta pela sobrevivência. Os que se formam, seriam na maioria, inaptos para função no exigente mercado de trabalho também por conta dos cursos não terem vinculação com a realidade. Sugere implantação de ações a longo prazo que corrijam os problemas e "transformem o Brasil em país do futuro". E se fosse exigido o mestrado aos candidatos aos cargos públicos?
* aggiornamento- adequação do saber laboral-profissional às inovações organizacionais/tecnológicas.
COTRIM, Márcio.Finlândia, exemplar.Correio Braziliense,08/03/2008.
DUBEUX, Ana. À espera da revolução. Correio Baziliense,16/03/2008.

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